Arquivo da categoria ‘POEMA

TEMPESTADE   Leave a comment

 
 

 

 

★ …………..★ …………..
›◦.¸.◦‹ “:.ﻉﻶﻶﻉ.:“:.ﻉﻶ›◦.¸.◦‹

               Tempestades                 

Sou como as tempestades,

Devastadora.

Mas… No final

Tudo acaba em calmaria.

Para cada dor

Existe um poderoso remédio.

Meu grande remédio

É o amor que tenho

Por mim mesma.

E a sabedoria de continuar  

Amando o próximo.

(Irene Marko…)

★ …………..★ …………..
›◦.¸.◦‹ “:.ﻉﻶﻶﻉ.:“:.ﻉﻶ›◦.¸.◦‹

★★★★ …………..★★★★ …………..★★★★ …………..★★★★ …………..★★★★
ჱﻶ›◦.¸.◦‹ﻶჱ “:.ﻉﻶჱჱჱﻶﻉ.:“:.ﻉﻶჱﻶ›◦.¸.◦‹ﻶჱჱ “:.ﻉﻶჱჱჱﻶﻉ.:“:.ﻉﻶჱﻶ›◦.¸.◦‹ﻶჱ

★★★★ …………..★★★★ …………..★★★★
ჱﻶ›◦.¸.◦‹ﻶჱ “:.ﻉﻶჱჱჱﻶﻉ.:“:.ﻉﻶჱﻶ›◦.¸.◦‹ﻶჱ
 

 

 

Publicado 31 de agosto de 2007 por Policxenia em POEMA

SER SÁBIO   Leave a comment

 

SER SÁBIO

 

Sábio é encontrar na vida a essência

De viver feliz sem ter motivos.

Sábio é saber que a vida

Já é motivo de felicidade.

Sábio é usá-la sem vícios,

O resto é apenas um complemento

De quem já é feliz.

Só não o é, quem não quer ver.

Só não vê, os que ignoram,

A grandeza de “ser”.

(Irene Marko…)

 
 
 

Publicado 11 de fevereiro de 2007 por Policxenia em POEMA

SORTE   Leave a comment

Para um amigo…                         

Que muito especial se tornou.

 

SORTE…

 

Sorte tem essa menina

Que deixou apaixonado…

O coração do um menino.

Que mesmo sem nexo

Escreve e descreve

Esse lindo sentimento.

Sorte tem essa menina.

Que foi achada…

Por um pássaro voador

Que se quer deixar

Suas asas tocar.

            (Irene Marko… )

Publicado 9 de junho de 2006 por Policxenia em POEMA

POETA… (O QUE SERIA…!?)   Leave a comment

 
 

 

POETA…

  Que seria do poeta…

Se não houvesse o amor.

Que seria do amor…

Se não houvesse o poeta.

Que seria do poeta…

Se não houvesse a dor.

Que seria da dor…

Se não houvesse o poeta.

Como existiriam poemas…

Se não existisse o POETA.

                (Irene Marko…)

Publicado 8 de junho de 2006 por Policxenia em POEMA

“AMOR” – “OÁSIS PERDIDO”   Leave a comment

     

                                                                    

“amor”   

A vida encontra-se tão vazia…

Não encontro algo…

Que possa preenche-la

Sem encontrar você.

Estou cercada de gente

E,  no entanto, só estou.

Eu que o desconhecia

Que tanto te  queria,

Hoje me  escondo,

E temo enfrenta-lo.

Que faço eu então?

Não consigo entregar-me.

Não sei aceitar-te.

E nem tão pouco

Viver essa saudade.

Perdoe-me a covardia.

Ajude-me a esquecer

Que um dia meu coração

Buscando-te,

Conheceu-te.

Pois…Só assim,

Não me causarás mais dor”.

                 (Irene Marko…)                   

 

OÁSIS PERDIDO


Eloqüente deveria ser, para meu amor,
Ultrapassar as barreiras da obscura razão.
Rude e sensato, no entanto, permanecer na dor.
Incapaz tendo sido, de abrir a porta do coração.
Constringido agora, por não ter sido ímpeto,
Oprimi a dor do soberbo sentimento.

Exaltado e carente de seu apóio e afeto,
Usufrui o acaso na esperança do ressurgimento.

Transgredindo o clamoroso orgulho rascante,
Emana do eclipse um astro inerente.

Ardoroso agora ignora a razão, e mesmo tímido,
Marcha em busca da felicidade da paixão,
Ostentando reencontrar o “Oásis perdido”

(Irene marko…)

Publicado 24 de fevereiro de 2006 por Policxenia em POEMA

“FOI…”   Leave a comment

 

 

            “FOI…”

 

Foi… Foi na falta do amor

Que lhe encontrei.

De uma forma errante de amar

Que aprendi a fugir

De mim, do mundo e de você.

Foi… Foi perdendo noites de sono

Que descobri

O quanto vivi fora da realidade

E dentro do presente.

Foi…Foi errando que me apaixonei.

Por quem me faz sofre.

Por quem não sei…

Se um dia me amou.

Por quem talvez

Já tenha um outro alguém.

Foi… Foi por mais um erro

Que continuei vivendo

Esse nosso amor

Cheio de esperança.

Do quanto foi…

Ou poderia ser.

E o quanto me dói…

E difícil dizer:

“Meu amor eu lhe perdi”.

                            ( Irene Marko…)

               

 

 

 

Publicado 21 de fevereiro de 2006 por Policxenia em POEMA

TERRA DOS FORTES   Leave a comment

TERRA DOS FORTES

 

Lastimosa terra dos fortes

Salve o inacessível poder

Que usufrui elegantemente

As pessoas magnificentes

Que a pompa faz padecer.

 

Louve os planos utópicos

Dos suntuosos asseados lutadores,

Que batalham num circo

Para animar os espectadores.

 

Salve a terra dos gigantes

Em que tentam crescer todos

Tornando-se dos microcosmos,

Uns dos maiores negociantes

Impondo os corrompidos nomos

                                        (Irene Marko…).

Publicado 19 de fevereiro de 2006 por Policxenia em POEMA